Cidadãos têm até esta quarta-feira (6) para obter ou regularizar o título de eleitor, essencial para participar das eleições de 2026; a falta de regularização pode impedir o voto e dificultar a obtenção de documentos como passaporte e identidade.
O prazo abrange serviços como alistamento, transferência de domicílio e revisão de dados, sendo que a legislação proíbe a recepção de novos pedidos 150 dias antes das eleições, o que significa que o cadastro será fechado a partir de 7 de maio até novembro de 2026.
A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, enfatizou a importância da regularização e incentivou os cidadãos a resolverem pendências, destacando o papel crucial das eleições na democracia brasileira.
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título ou regularizar o documento na Justiça Eleitoral. 

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Quem não atualizar a situação ficará impossibilitado de votar nas Eleições 2026, em outubro.
A medida pode ser feita presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento, para quem já tem biometria cadastrada.
Sem título de eleitor, pode ocorre ainda dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
O prazo vale para os seguintes serviços:
De acordo com o art. 91 da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), nenhum requerimento de inscrição ou transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Devem ficar atentos ao prazo de regularização:
No encerramento da sessão de julgamentos dessa terça-feira (5), a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo.
"A gente espera que todos que ainda não resolveram alguma pendência, tenham isso como uma meta a ser cumprida, considerando a importância das eleições para a democracia brasileira”, afirmou.
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