Preso por tentar se passar por procurador de cliente de banco diz que foi "recrutado" para golpe

Publicado em 20/05/2026, às 07h10
Divulgação/PCAL
Divulgação/PCAL

Por TNH1 com Ascom PCAL

Um homem foi preso em Maceió por tentar se passar por procurador de um cliente em uma agência bancária, visando acessar o aplicativo da vítima para realizar transações financeiras fraudulentas.

Funcionários do banco identificaram inconsistências na procuração apresentada, levando à verificação com o verdadeiro titular da conta, que negou qualquer autorização para a representação.

O suspeito confessou a tentativa de estelionato e revelou que foi recrutado por um cúmplice, enquanto a segurança da instituição impediu a movimentação bancária, resultando na detenção do homem à disposição da Justiça.

Resumo gerado por IA

O homem preso sob a suspeita de tentativa de estelionato em uma agência bancária no bairro Ponta Verde, em Maceió, confessou aos policiais civis que buscou se passar por procurador da vítima para aplicar o golpe e relatou que foi recrutado por outro homem, identificado apenas como “Paulo André”. Esse segundo envolvido teria fornecido os documentos utilizados na fraude e ainda não foi localizado.

A equipe da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) foi acionada nessa terça-feira (19) após funcionários da agência bancária identificarem inconsistências na procuração pública mostrada pelo golpista. Ele tentou se cadastrar como procurador do correntista para obter acesso ao aplicativo bancário da vítima e realizar movimentações financeiras. A suspeita é de que a fraude ia gerar um prejuízo de R$ 1 milhão.

De acordo com as investigações, o homem havia deixado a documentação para análise dias antes e retornado à agência para concluir o procedimento. Durante a verificação, o setor de segurança da instituição entrou em contato com o verdadeiro titular da conta, que negou ter autorizado qualquer pessoa a representá-lo perante o banco.

"A procuração apresentada constava como expedida por um cartório do município de Paulo Jacinto. A equipe policial realizou contato com a serventia, que informou que o documento aparentava ser legítimo conforme os registros existentes", informou a Polícia Civil de Alagoas.

O homem foi conduzido à Central de Flagrantes, onde foram adotados os procedimentos cabíveis. Ele permaneceu detido à disposição da Justiça.

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