Uma professora foi dispensada pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais após suspeitas de ter esfregado uma prova no rosto de um aluno de oito anos, em um incidente ocorrido na Escola Estadual Celmar Botelho Duarte, em Belo Horizonte.
A denúncia foi feita pela mãe do aluno, que não tinha relatos anteriores de comportamento inadequado do filho, e imagens de câmeras de segurança confirmaram a ação da docente.
Além da dispensa, a Polícia Civil de Minas Gerais abriu um inquérito para investigar o caso, que está sendo conduzido pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente.
A professora suspeita de esfregar uma prova no rosto de um aluno de oito anos durante uma atividade em sala de aula foi dispensada pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG). A informação foi confirmada pela pasta nesta quarta-feira (23). A docente atuava sob regime de contrato e não integra mais o quadro de servidores da rede estadual.
LEIA TAMBÉM
O caso ocorreu na Escola Estadual Celmar Botelho Duarte, no bairro Providência, na região Norte de Belo Horizonte. Segundo a SEE-MG, foram adotadas “todas as providências cabíveis” assim que a denúncia chegou ao conhecimento da secretaria.
A pasta informou ainda que o Núcleo de Atendimento Educacional (NAE) também está atuando para acolher e acompanhar o estudante envolvido. Em nota, a SEE-MG voltou a afirmar que “não compactua com eventuais desvios de conduta” e que as escolas e os profissionais da educação são orientados sobre a postura adequada no ambiente escolar e nas relações interpessoais, conforme o Código de Conduta Ética.
A denúncia foi registrada pela mãe da criança, Leilane Braga Matos, na última quarta-feira (16). Segundo ela, não havia reclamações ou relatos anteriores de comportamento inadequado do filho direcionados à professora que, na avaliação da família, pudessem justificar a conduta atribuída à docente.
Imagens das câmeras de segurança da sala de aula registraram o momento em que a professora se aproxima do aluno e leva a prova até o rosto da criança. O vídeo integra os elementos que deram origem à denúncia.
Além do procedimento administrativo que resultou na dispensa da professora, o caso também é investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais. A corporação confirmou à reportagem, na segunda-feira (21), a abertura de um inquérito para apurar a denúncia. A investigação está sob responsabilidade da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente, em Belo Horizonte.
LEIA MAIS
+Lidas
Ative as notificações para receber os conteúdos do TNH1 em tempo real!