Em setembro, uma proposta legislativa que busca proibir zoológicos e aquários, transferindo animais para santuários, gerou grande mobilização popular, mas foi rejeitada por 70% dos cidadãos que se manifestaram nos canais da Câmara dos Deputados.
A maioria dos comentários contrários ao projeto destacou que muitos animais não conseguiriam se adaptar à vida selvagem, especialmente aqueles nascidos em cativeiro ou com limitações físicas, o que poderia resultar em sua morte.
Os defensores da proposta argumentam que o cativeiro é uma forma de exploração e sofrimento, propondo que santuários sem visitação sejam alternativas mais éticas para o tratamento de animais.
Em setembro deste ano, a proposta legislativa que mais movimentou os cidadãos nos canais de participação popular da Câmara dos Deputados foi a que visa proibir zoológicos e aquários, transferindo animais para santuários e centros de reabilitação.
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O projeto teve forte rejeição dos cidadãos (70%) nos canais da Câmara, sendo que redes sociais concentraram o maior alcance e a maior parte dos comentários. A enquete teve peso importante nas interações.
O argumento mais frequente é de que que muitos animais não conseguiriam voltar à natureza.
Os comentários citam espécies nascidas em cativeiro, animais idosos, feridos ou resgatados do tráfico, que não teriam habilidades para caçar e se proteger, com risco de morte.
Os favoráveis ao projeto, por sua vez, defendem que animais não devem servir para exposição ou diversão.
Para esse grupo, o cativeiro causa sofrimento e reforça uma relação de exploração, e santuários e espaços sem visitação ampla aparecem como alternativas mais éticas.