Cinco estados e o Distrito Federal realizarão segundo turno para governador em 25 de outubro, com destaque para as disputas no Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins, onde as diferenças de votos foram significativas em alguns casos.
O presidente Lula tem três aliados na disputa, enquanto Flávio Bolsonaro apoia seis candidatos, refletindo a polarização política nas eleições estaduais, com algumas lideranças alcançando margens de votos superiores a dez pontos percentuais.
Os candidatos que avançaram para o segundo turno agora se preparam para intensificar suas campanhas, com a expectativa de que as votações finais possam alterar o cenário político em suas respectivas regiões.
Cinco estados e o Distrito Federal terão segundo turno para governador em 25 de outubro. A nova votação definirá os governadores do Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins, além do Distrito Federal.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, tem três aliados na disputa pelos governos estaduais. Já o senador Flávio Bolsonaro (PL) conta com seis candidatos apoiados por seu grupo político.
Enquanto alguns candidatos terminaram a votação com vantagem maior do que dez pontos percentuais, outros avançaram para o segundo turno com diferenças pequenas em relação aos adversários.
Confira quais estados terão segundo turno para governador:
Acre

Mailza Assis (PP) terminou o primeiro turno na liderança, com 218.760 votos (49,76%). Alan Rick (Republicanos), apoiado por Flávio Bolsonaro, recebeu 141.859 votos (32,27%). Mailza ficou próxima da maioria absoluta dos votos válidos, mas precisará confirmar a vantagem na segunda votação.
Amazonas

Omar Aziz (PSD), aliado de Lula, liderou o primeiro turno com 841.846 votos (40,63%). Professora Maria do Carmo (PL), do partido de Flávio Bolsonaro, recebeu 507.335 votos (24,49%). A diferença entre os dois foi de 16,14 pontos percentuais, uma das maiores entre as disputas estaduais apresentadas.
Distrito Federal

Celina Leão (PP), apoiada por Flávio Bolsonaro, recebeu 825.530 votos (49,93%), enquanto Leandro Grass (PT), aliado de Lula, teve 569.930 votos (34,47%). Celina ficou a poucos centésimos de alcançar metade dos votos válidos no primeiro turno e entra na segunda etapa com vantagem significativa.
Espírito Santo

Lorenzo Pazolini (Republicanos), aliado de Flávio Bolsonaro, terminou o primeiro turno com 1.048.633 votos (49,65%). Ricardo Ferraço (MDB) recebeu 719.397 votos (34,06%). Pazolini ficou próximo de 50% dos votos e lidera.
Rio Grande do Norte

A disputa entre Allyson Bezerra (União Brasil), apoiado por Flávio Bolsonaro, e Cadu Xavier (PT), aliado de Lula, foi uma das mais equilibradas. Allyson recebeu 733.809 votos (36,94%), enquanto Cadu teve 718.300 votos (36,16%). O resultado mostra que a disputa está em aberto.
Tocantins

Professora Dorinha (União Brasil), apoiada por Flávio Bolsonaro, terminou o primeiro turno com 386.260 votos (45,52%). Vicentinho Júnior (PSDB) recebeu 372.848 votos (43,94%). Embora Dorinha tenha terminado na liderança, a pequena distância entre os dois candidatos torna a disputa mais acirrada.
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