A Polícia Civil deflagrou uma operação contra uma organização criminosa envolvida no tráfico interestadual de drogas e armas, com alvos incluindo jogadores de futebol como Renyer Damasceno e David Corrêa. A ação resultou na detenção de Renyer por desacato e resistência durante o cumprimento de mandados em São Paulo.
Renyer, que se destacou nas categorias de base do Santos, teve sua carreira afetada por lesões e passou por clubes como Guarani e Azuriz. A investigação abrange outros atletas e empresários, indicando uma rede mais ampla de vínculos com o crime organizado.
A operação é coordenada pela 14ª DP do Leblon, com apoio de diversas unidades policiais, e ocorre em múltiplos estados, refletindo a seriedade das investigações em andamento sobre a conexão entre esportistas e atividades criminosas.
A Polícia Civil realiza, nesta segunda-feira, uma operação contra uma organização criminosa investigada por tráfico interestadual de drogas e armas e por possíveis vínculos com uma facção criminosa. Segundo o g1, entre os alvos estão Renyer Luan de Oliveira Damasceno, atacante de 23 anos revelado pelo Santos, e David Corrêa, o DVD, atacante do Vasco. Durante o cumprimento do mandado, em SP, Reyner foi detido por desacato e resistência.
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De promessa do Santos a novos clubes
Nascido em 2003, Renyer surgiu nas categorias de base do Santos e foi tratado como uma das promessas da chamada geração dos “Meninos da Vila”. O atacante, que atua pela ponta-direita, estreou no time profissional em 2020, aos 16 anos, mas teve a trajetória prejudicada por graves lesões no joelho.
Depois de deixar o Santos, Renyer passou pelo Guarani, em 2024. Em agosto de 2026, o Azuriz anunciou a contratação do jogador. Ele também acumulou convocações para as categorias de base da Seleção Brasileira.
Investigação
A operação é resultado de uma investigação da Polícia Civil do Espírito Santo e ocorre simultaneamente em diferentes estados. Segundo as autoridades, além de Renyer e David Corrêa, outros atletas profissionais e empresários são investigados por possíveis vínculos com o grupo criminoso.
No Rio, a ação é coordenada pela 14ª DP (Leblon), com apoio da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Desarme) e de outras unidades do Departamento Geral de Polícia da Capital (DGPC).
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