Reginaldo Faria revelou uma curiosidade sobre Roberto Carlos, que, durante as filmagens de 'A 300 km por hora' nos anos 70, tinha um vício por um queijo processado em formato de 'quadradinho', mobilizando a equipe para satisfazer seus desejos.
O ator destacou que a equipe do filme, composta por mais de 30 pessoas, frequentemente buscava polenguinho no café da manhã para o cantor, evidenciando a dedicação dos colegas para atender suas preferências.
Reginaldo também mencionou que, em shows futuros, ao invés de rosas, o público poderia jogar polenguinhos, em tom de brincadeira, enquanto recordava a colaboração entre ele e Roberto em outros projetos cinematográficos.
Amigos de longa data, Reginaldo Faria tem uma história curiosa envolvendo Roberto Carlos. No início dos anos 1970, na época das filmagens de "A 300 km por hora", que tinha dos dois no elenco, o ator descobriu um vício desconhecido do cantor.
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Roberto era viciado em uma famosa marca de queijo processado em formato de "quadradinho". O vício era tão grande que todo mundo se mobilizava para atender os desejos do Rei.
"Outra coisa interessante do Roberto Carlos é que ele era louco por polenguinho. A equipe toda do filme ia para o hotel e pegava seus polenguinhos do café da manhã para dar para o Roberto. Eram mais de 30 pessoas, funcionários, técnicos...", entregou Reginaldo no "Sem censura". "Quando tiver show agora não vão mais jogar rosas, serão polenguinhos", brincou o filho, Marcelo Faria, também presente no programa de entrevistas.
Além de "A 300 km por hora", Reginaldo Faria e Roberto Carlos contracenaram no filme "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura". Ambos foram dirigidos por Roberto Faria, irmão de Reginaldo, que morreu em 2018, aos 86 anos.
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