Um homem foi preso em Rio Largo por tentar fabricar um carimbo para forjar um atestado médico, sendo investigado por sua possível participação em um esquema de venda de documentos falsos pela internet.
O delegado informou que o suspeito, que é segurança de uma UPA, utilizou o nome e registro de uma médica sem autorização, e o pagamento por atestados falsos era realizado via Pix, embora o valor ainda não tenha sido estimado.
O homem será indiciado por falsidade ideológica e passará por audiência de custódia, onde a Justiça decidirá se ele ficará preso ou aguardará a investigação em liberdade.
O homem preso suspeito de tentar fabricar um carimbo para forjar um atestado médico será investigado pela Polícia Civil no inquérito sobre a venda desses certificados de saúde falsos pela internet. Ele foi detido no bairro Cruzeiro do Sul, em Rio Largo, na noite dessa segunda-feira (15), depois de solicitar o objeto a uma loja de Maceió e passar o endereço de entrega.
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O delegado Sidney Tenório informou durante entrevista ao vivo no programa Fique Alerta, da TV Pajuçara, que o suspeito pode estar envolvido no esquema criminoso que utiliza o aplicativo de mensagens WhatsApp para a emissão e comercialização ilegal dos atestados falsos. O pagamento pela emissão de documentos fraudulentos é feito via Pix, mas o valor ainda não foi estimado.
"Ele foi indiciado por crime de falsidade ideológica, mas como nós temos outras investigações, inclusive de vendas de atestados médicos falsos através de rede social, cuja a base das falsificações era com atestados médicos de UPA, que são mais usados, e denunciados por parte de empresas, esse suspeito será investigado nesse inquérito maior".
Ainda de acordo com Tenório, o homem confirmou que a fabricação do carimbo era para forjar o atestado médico, pois iria fazer uma viagem de cinco dias. Ele é segurança de uma UPA na capital alagoana e usou o nome e o número de registro profissional de uma médica, sem a autorização dela.
"A médica vítima da falsificação era funcionária dessa UPA onde o suspeito também trabalha. Ele é segurança do local e provavelmente teve acesso ao documento dela, e achou que deveria falsificar o documento. Eu não acho, na minha visão como delegado, que ele tenha tido essa ousadia para fazer a falsificação de apenas um atestado médico. Se era o primeiro, com certeza ele iria comercializar".
O suspeito passará por audiência de custódia nesta terça-feira (16), quando a Justiça irá definir se ele aguarda a investigação em liberdade ou permanece preso.
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