SUS vai ofertar canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade

Publicado em 18/09/2026, às 10h20
TV Globo
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Por Agência Brasil

Medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos como canetas emagrecedoras, serão disponibilizados pelo SUS para pacientes com obesidade, com base em um protocolo clínico definido pelo Ministério da Saúde.

Os primeiros resultados positivos foram observados em pacientes do Grupo Hospitalar Conceição em Porto Alegre, onde 250 pacientes com obesidade grave estão sendo acompanhados para avaliar a eficácia da semaglutida, especialmente em relação à cirurgia bariátrica.

O estudo busca entender se a medicação pode controlar a obesidade e reduzir riscos de problemas cardíacos e reincidência de câncer de mama, com o objetivo de garantir segurança e diretrizes para o acompanhamento médico contínuo.

Resumo gerado por IA

Medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras, serão distribuídos via Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes com obesidade. A oferta, de acordo com o Ministério da Saúde, será feita com base em estudos e na definição de um protocolo clínico.

Em nota, a pasta avaliou como positivos os primeiros resultados observados em pacientes com obesidade do Grupo Hospitalar Conceição, da rede pública de Porto Alegre, selecionados desde junho para fazer uso da semaglutida, um dos princípios ativos das canetas emagrecedoras.

“O objetivo é garantir maior segurança aos participantes [do estudo] e estabelecer diretrizes para o acompanhamento contínuo por médicos especialistas da unidade. Ao todo, serão acompanhados 250 pacientes do SUS atendidos pelo hospital com obesidade grave ou associada a outras morbidades”, informou o ministério.

Dentre as situações avaliadas pelo estudo estão pacientes na fila para cirurgia bariátrica. A proposta é entender se o uso da medicação é capaz de controlar o quadro de obesidade de forma que a cirurgia não se faça mais necessária. Outras questões analisadas são a redução de problemas cardíacos e de reincidência de câncer de mama.

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