A Operação Eclipse Fase 2, destinada a combater organizações criminosas em Coruripe, resultou em um confronto armado que culminou na morte de Daniel Berto de Oliveira, suspeito de homicídios e integrante do Comando Vermelho.
Durante a abordagem, Oliveira desobedeceu às ordens da polícia e disparou contra os agentes, que reagiram, levando à sua morte após ser ferido e encaminhado ao hospital.
A operação também resultou na apreensão de uma arma, drogas, uma granada e câmeras clandestinas usadas para monitorar a polícia, evidenciando o trabalho de inteligência que possibilitou a localização do suspeito.
A Operação Eclipse Fase 2, deflagrada para desarticular a atuação de organizações criminosas no município de Coruripe, no Litoral Sul alagoano, resultou em um confronto armado entre policiais e um suposto integrante da facção criminosa Comando Vermelho, que também era suspeito de homicídios na cidade. O tiroteio ocorreu nesta quarta-feira (16) e o investigado morreu depois de ser baleado.
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De acordo com a polícia, no momento da abordagem, o homem identificado como Daniel Berto de Oliveira, vulgo "Ratão", desobedeceu às ordens de rendição e efetuou disparos de arma de fogo contra a equipe. Os policiais reagiram e o suspeito foi atingido.
Dan, como também era conhecido, foi encaminhado ferido a uma unidade hospitalar, porém não resistiu. "Todos os procedimentos legais cabíveis foram adotados, com comunicação às autoridades competentes", reforçou a polícia.
Apreensão de arma, drogas e artefato explosivo
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram encontrados arma de fogo, uma granada e substâncias entorpecentes. Diante da localização do artefato explosivo, foi acionada a equipe de explosivistas da Coordenadoria de Recursos Especiais, que procedeu à retirada segura do material.
As equipes também localizaram câmeras clandestinas instaladas pelos criminosos para realizar o monitoramento da movimentação policial na região, as quais foram retiradas pela polícia.
"A localização foi resultado de intenso trabalho de inteligência policial, uma vez que o investigado se deslocava constantemente entre cidades do interior, homiziando-se em locais sempre diversos e valendo-se de todas as artimanhas possíveis para se evadir da ação policial", destacou a polícia.
A Polícia Civil, através da Unidade de Homicídios da 7ª Região, e a Polícia Militar, por meio da 9ª Companhia Independente, participaram da ação.
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