Vídeo: cadela atropelada permanece ferida há dois dias em trecho da BR-104

Publicado em 15/04/2026, às 16h06
Cortesia ao TNH1
Cortesia ao TNH1

Por Yasmin Gregorio*

Uma cadela atropelada na BR-104 em Maceió permanece ferida e sem atendimento dois dias após o acidente, gerando preocupação entre moradores da região. O animal, que apresenta dificuldades de locomoção, foi atingido por um carro e está abandonado próximo a um comércio local.

A moradora que denunciou a situação relatou que o animal pode ter fraturado a bacia e que, sem recursos financeiros para o atendimento veterinário, ela e seu marido têm oferecido água e comida, além de improvisar um abrigo com papelão. Um comerciante local também ajudou com medicamentos, mas a situação continua crítica.

Apesar das tentativas de buscar ajuda junto à polícia e veterinários, não houve retorno efetivo, e a avaliação do animal não foi possível devido aos custos. O casal faz um apelo para que órgãos responsáveis ou voluntários intervenham e prestem assistência ao animal ferido.

Resumo gerado por IA

Uma cadela atropelada na BR-104, em Maceió, segue ferida e sem atendimento dois dias após o acidente. A denúncia foi feita por uma moradora ao TNH1, que relatou que o animal foi atingido por um carro na segunda-feira (13) e permanece no mesmo local até esta quarta-feira (15), nas proximidades do Jardim Planalto, no bairro Cidade Universitária.

Segundo o relato, o atropelamento aconteceu próximo a um estabelecimento comercial às margens da rodovia. Em vídeo enviado à reportagem, o marido da denunciante mostra a situação e pede ajuda. “Essa cachorrinha foi atropelada por um automóvel aqui na BR-104 […] quem puder ajudar”, diz. Confira o vídeo.

De acordo com a moradora, o animal apresenta dificuldade de locomoção e não consegue se levantar. “Quando ela tenta ficar de pé, cai. Acho que pode ter fraturado a bacia, porque ela ainda tenta se arrastar”, afirmou.

Sem condições financeiras para arcar com atendimento veterinário, o casal disse que tem prestado ajuda como pode, oferecendo água, comida e improvisando um abrigo com papelão para proteger o animal do frio. Um comerciante da região teria contribuído com medicamentos.

A mulher também relatou que buscou ajuda junto à polícia, por meio do telefone 190, mas foi orientada a entrar em contato com outro número. Segundo ela, não houve retorno das tentativas de ligação e mensagens. O mesmo teria acontecido com o disk denúncia do Zoonoses, que alegou não poder fazer nada referente a este caso, e somente atuaria em caso de doença.

Ainda conforme o relato, um veterinário foi consultado, mas informou que seria necessário levar o animal até a clínica para avaliação e realização de exames, como raio-x, o que não foi possível devido aos custos.

Segundo os moradores, o motorista responsável pelo atropelamento não prestou socorro e deixou o local. Diante da situação, eles fazem um apelo para que órgãos responsáveis ou voluntários possam prestar assistência ao animal, que segue ferido e sem condições de se locomover.

*Estagiária sob supervisão.

Gostou? Compartilhe