Virginia Fonseca se manifestou sobre uma investigação que envolve empresas de seu grupo, mencionadas em uma reportagem da Record TV, negando qualquer prática ilegal em seus negócios.
Os advogados da influenciadora afirmam que as operações financeiras são legais e documentadas, e que a WePink, sua empresa de cosméticos, opera de forma independente e sem vínculos com investigados.
Atualmente, não há denúncias formais contra Virginia, e as apurações continuam em andamento, após a divulgação de documentos relacionados a investigações originadas na CPI das Bets.
Virginia Fonseca falou pela primeira vez sobre a investigação que passou a repercutir nos últimos dias após empresas ligadas ao seu grupo empresarial serem mencionadas em uma reportagem exibida pelo Domingo Espetacular, da Record TV.
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A manifestação aconteceu por meio de seus advogados, que enviaram uma nota ao programa negando qualquer prática ilegal envolvendo os negócios da influenciadora.
Na nota, os advogados destacaram que a existência de operações classificadas como atípicas em relatórios financeiros não representa, por si só, a prática de qualquer infração.
Segundo a defesa, todas as atividades vinculadas a Virginia seguem padrões legais e possuem documentação que comprova a origem e a destinação dos recursos movimentados.
“Não há qualquer irregularidade ou movimentação ilegal nas operações da influenciadora”, afirmou a equipe jurídica.
WePink explica fluxo financeiro
A manifestação também abordou questionamentos envolvendo a WePink, empresa de cosméticos da qual Virginia é sócia.
De acordo com a defesa, a marca opera nacionalmente por meio de diferentes canais de venda, o que gera um grande volume de transações financeiras diariamente. Os advogados afirmam que todos os recebimentos passam por processos de conferência interna e emissão dos documentos fiscais correspondentes.
Além disso, a nota reforça que a empresa possui estrutura própria e gestão independente.
Empresa nega ligação com investigados
Outro ponto citado diz respeito a possíveis conexões entre antigos parceiros comerciais e pessoas investigadas pelas autoridades.
Os representantes de Virginia afirmam que a WePink não mantém relação societária nem operacional com empresas mencionadas nas apurações e ressaltam que o negócio foi criado de forma autônoma em 2021.
“A WePink foi fundada de forma independente, sem vínculo com os terceiros mencionados”, destacou a defesa.
As informações analisadas pelas autoridades ganharam repercussão após a divulgação de documentos relacionados a investigações que tiveram origem em levantamentos realizados após a CPI das Bets. Até o momento, não existe denúncia formal apresentada contra Virginia Fonseca, e os procedimentos seguem em fase de apuração.
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