Quando pensamos em exames de sangue, normalmente associamos o check-up à investigação de doenças. Mas os exames também podem fornecer informações importantes sobre o funcionamento do organismo e ajudar o profissional a direcionar a alimentação e avaliar, quando necessário, a indicação de suplementação.
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Ferro, vitamina B12, folato, vitamina D e outras vitaminas e minerais participam de processos essenciais, como produção de energia, formação das células sanguíneas, funcionamento neurológico, imunidade, saúde óssea e diversas reações metabólicas. Por isso, manter níveis adequados desses nutrientes é importante não apenas para evitar deficiências, mas para oferecer ao organismo as condições necessárias para desempenhar suas funções.
E atenção: isso não significa que todo mundo precise tomar vitaminas ou minerais. Suplementação não deve ser feita no “achismo”. A necessidade deve ser avaliada individualmente, considerando alimentação, sintomas, histórico, medicamentos e, quando indicado, exames laboratoriais. Afinal, um resultado também não deve ser analisado isoladamente: ele precisa fazer sentido dentro do contexto de cada pessoa.
Essa atenção é ainda mais importante durante processos de emagrecimento, inclusive para quem utiliza medicamentos que reduzem o apetite, como os agonistas do GLP-1. Com uma ingestão alimentar menor, é fundamental garantir que a alimentação continue fornecendo proteínas, fibras, vitaminas e minerais suficientes. Afinal, diminuir a fome não diminui a necessidade que o organismo tem de nutrientes. Por isso, mais do que olhar apenas para o peso, vale entender o que está acontecendo por dentro.
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