A coluna Claudia Meireles, do Metrópoles, levou ao cardiologista Wendel Silva Issi, da Clínica Saint Moritz, em Brasília, uma demanda que emergiu entre os leitores do espaço. A questão colocada pelo veículo ao especialista buscava identificar se, entre os diversos hábitos associados ao controle da pressão arterial, existiria aquele com impacto mais relevante sobre os níveis pressóricos.
A avaliação transmitida pelo médico à coluna Claudia Meireles afasta a noção de que uma prática isolada possa ser determinante. Issi sustenta que a regulação da pressão arterial não decorre de intervenções únicas, mas sim da incorporação consistente de múltiplas mudanças comportamentais.
Em seu posicionamento obtido pela coluna, o cardiologista aponta que diferentes estratégias apresentam eficácia comparável, com reduções médias da pressão sistólica situadas entre 4 e 8 mmHg.
Hábitos
As abordagens mencionadas por Wendel à coluna Claudia Meireles incluem a restrição do sódio, a adesão ao plano alimentar DASH — baseado em frutas, vegetais, grãos integrais e laticínios com baixo teor de gordura —, a perda de peso e a prática regular de exercícios físicos.
O especialista destacou, em sua contribuição ao veículo, que a redução do consumo de sal se diferencia pela viabilidade prática, podendo ser implementada a partir da substituição de ultraprocessados e temperos industrializados.
Já a dieta DASH, conforme detalhou à coluna, figura em estudos de maior robustez metodológica com quedas que podem alcançar 7 mmHg, consolidando-se como uma das ferramentas mais eficazes.
O cardiologista enfatizou à coluna Claudia Meireles que os efeitos das diferentes intervenções se complementam. A cada quilo eliminado, segundo Issi, a pressão sistólica reduz em média 1 mmHg, enquanto a prática regular de exercícios também promove quedas expressivas.





