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Não é o HIV: pior vírus do mundo foi descoberto antes de Jesus Cristo e mata praticamente todos os infectados

Por João Carlos Gomes
23/05/2026
Não é o HIV: pior vírus do mundo foi descoberto antes de Jesus Cristo e mata praticamente todos os infectados

Foto: Stephen Andrews/Unsplash

Devido aos efeitos devastadores que causa ao corpo, o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) é considerado extremamente letal. Porém, existe um microrganismo antiquíssimo que apresenta taxas de óbito muito mais alarmantes.

Trata-se do Rabies virus, o causador da raiva, cujos primeiros registros datam de 23 antes de Cristo. Descrito pela literatura como “o vírus da loucura”, o microrganismo segue sendo responsável por um gigantesco número de mortes em todo o mundo.

A letalidade do vírus, praticamente inevitável após o surgimento dos sintomas, está diretamente ligada à sua ação no organismo, uma vez que ele ataca o sistema nervoso central (SNC) das criaturas infectadas, se encaminhando para o cérebro conforme progride.

E é importante destacar que a alta taxa de mortalidade da raiva é válida tanto para mamíferos como caninos, felinos, bovinos, quirópteros e primatas, quanto para seres humanos, embora já exista tratamento para a doença.

Sendo assim, mesmo nos dias atuais, é fundamental se atentar a possíveis focos de contaminação da raiva para evitar a ocorrência de desfechos letais.

Impedindo a ação do vírus: como prevenir e tratar a raiva

O vírus da raiva geralmente é transmitido por mordedura, lambedura ou arranhadura de um mamífero contaminado, sendo repassado pela saliva. Já os sintomas da doença, como mal-estar, inquietação, salivação e confusão mental, geralmente demoram a aparecer, pois o microrganismo se move lentamente pelo corpo.

Atualmente, a melhor forma de prevenção da doença segue sendo a vacinação de animais, que são os principais transmissores da raiva. Os humanos, por sua vez, devem recorrer à imunização após a exposição.

Neste caso, o tratamento deve ocorrer logo após o contato com o vírus, pois somente dessa forma as chances de sobrevivência se elevam, uma vez que haverá tempo suficiente para que o organismo gere anticorpos suficientes para evitar que o vírus se espalhe e, com isso, neutralize-o.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
João Carlos Gomes

João Carlos Gomes

Jornalista formado pelo Centro Universitário Carioca, fã de música e apaixonado pela profissão que, diariamente, se dedica a atualizar os leitores do TNH1.

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