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Presa pela Polícia Civil, Deolane Bezerra vivia em condomínio de luxo com mansão de três andares

Por João Carlos Gomes
27/05/2026
Presa pela Polícia Civil, Deolane Bezerra vivia em condomínio de luxo com mansão de três andares

Foto: Divulgação/Instagram/@deolane

Na última quinta-feira (21), a advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra acabou sendo presa pela Polícia Civil sob acusação de estar envolvida em um esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

A prisão ocorreu no bairro de Alphaville, em Barueri, São Paulo, na luxuosa mansão que Deolane adquiriu em 2024. Inclusive, desde a época, o imóvel já chamava a atenção por sua imponência e detalhes de alto padrão.

Ocupando cerca de 847 m² de um terreno de aproximadamente 1.500 m², a propriedade possui três andares e, para facilitar o deslocamento de seus ocupantes por eles, conta até mesmo com um elevador exclusivo.

A mansão também conta com quatro suítes, sendo uma delas de Deolane e outras duas de seus filhos, Caíque e Valentina. Além disso, a área interna ainda inclui um estúdio de gravação, academia completa, uma cofortável sala de TV e a famosa “cristaleira de bolsas” da influenciadora e advogada.

Já na parte externa, a propriedade conta com uma piscina com borda infinita, área gourmet com churrasqueira e uma garagem no subsolo com espaço de sobra para veículos de Deolane e visitantes.

Deolane escreve carta na cadeia

Presa na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior do estado, Deolane recentemente escreveu uma carta, divulgada por sua irmã, Dayanne Bezerra, na qual reiterou sua inocência.

A influenciadora e advogada afirmou ter sido presa “por pura perseguição” e afirmou nunca ter feito parte do crime organizado. Segundo ela, uma quantia de R$ 24.500 recebida em honorários teria ligado seu nome à investigação.

De acordo com o Ministério Público, as investigações apontam que uma transportadora de cargas baseada em Presidente Venceslau utilizou duas contas bancárias de Deolane para ocultar a origem ilícita de recursos ligados ao PCC. O caso segue sendo investigado pelas autoridades.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
João Carlos Gomes

João Carlos Gomes

Jornalista formado pelo Centro Universitário Carioca, fã de música e apaixonado pela profissão que, diariamente, se dedica a atualizar os leitores do TNH1.

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