Após acumular uma sequência positiva de vitórias nos amistosos preparatórios, a Seleção Brasileira enfrentou sérias dificuldades em sua estreia na Copa do Mundo de 2026, encerrando a partida, disputada contra o Marrocos no último sábado (13), com um empate por 1 a 1.
O placar intensificou os debates acerca da gestão de Carlo Ancelotti, não apenas pela alta exigência da torcida, mas também pelo peso de um tabu histórico, uma vez que, em toda a história das Copas, nenhuma seleção jamais foi campeã sob o comando de um treinador estrangeiro.
Vale lembrar que todas as cinco vitórias do Brasil no torneio foram conquistadas sob o comando de técnicos nascidos no país. E embora a Seleção enfrente um jejum de títulos mundiais desde 2002, todas as outras potências que ergueram a taça nas últimas edições também mantiveram a tradição de serem comandadas por profissionais de suas próprias nações.
Isso significa que, caso consiga guiar o Brasil rumo ao hexacampeonato, o italiano não apenas encerrará o hiato de conquistas da Seleção, mas também cravará seu nome na história como o primeiro treinador estrangeiro a erguer a taça do torneio.
Ancelotti prepara mudanças para Seleção após empate
A Seleção Brasileira retorna aos gramados nesta sexta-feira (19) para enfrentar o Haiti. E para evitar novos deslizes, as chances de que Ancelotti promova grandes mudanças no elenco de titulares são altas.
Conforme divulgado pelo portal GZH, Ibañez, Paquetá, Casemiro e Igor Thiago estão entre os mais cotados para ficar no banco, enquanto Fabinho, Matheus Cunha, Luiz Henrique e os dois Danilos podem voltar aos gramados no próximo jogo.
Além disso, o treinador informou que espera ver Neymar Jr. integrando os trabalhos de campo nesta semana. Caso apresente as condições físicas ideais, o camisa 10 poderá finalmente reforçar a Seleção Brasileira nas próximas partidas da fase de grupos.





