O Fluminense sentiu no bolso o impacto da eliminação na Copa do Brasil. A derrota por 3 a 1 para o Vasco, nas oitavas de final, não significou apenas a queda precoce. O clube deixou de arrecadar 4 milhões de reais, valor que estava previsto caso avançasse ao menos até as quartas.
O planejamento financeiro da diretoria, apresentado ao Conselho Fiscal, contava com essa receita para aliviar a pressão por vendas de atletas. A meta era arrecadar cerca de 200 milhões de reais em negociações.
Até agora, apenas Bernal foi vendido, para o Real Bétis, em operação que pode chegar a 12 milhões de dólares. Canobbio, John Kennedy e Hércules receberam sondagens, mas nenhuma proposta oficial chegou.
Outras competições seguem dentro do planejado
Enquanto a Copa do Brasil frustrou as expectativas, outras competições seguem dentro do planejado. No Carioca, o objetivo foi cumprido com a chegada à final.
No Brasileirão, a equipe ocupa a quarta posição, acima da sexta colocação, considerada a nota de corte financeira. Na Libertadores, a meta é a mesma da Copa do Brasil: quartas de final. O Fluminense enfrenta o Independiente Rivadavia nos dias 11 e 18 de agosto.
Próxima partida
Agora, a diretoria precisa reagir. O próximo compromisso é contra o Botafogo, neste sábado, dia 8, pelo Brasileirão, e o resultado pode influenciar o humor do torcedor. No mercado, a situação exige atenção. A eliminação precoce aumentou a necessidade de ajustes no elenco.
O clube pode precisar se desfazer de mais jogadores para equilibrar as contas. A janela ainda está aberta, e a pressão cresce a cada dia. O futuro tricolor, dentro e fora de campo, depende das próximas decisões.





