Quem planeja cruzar a fronteira do México precisa prestar atenção a um detalhe que costuma passar despercebido: o estado do passaporte.
Autoridades migratórias e a Secretaria de Relações Exteriores do país voltaram a chamar atenção para a exigência de manter tanto o documento quanto os dados biométricos vinculados a ele em dia, sob risco de impedimento de entrada ou saída do território mexicano.
Três situações específicas bloqueiam a passagem pela fronteira
A restrição atinge um grupo bem definido de viajantes, e não a totalidade de quem cruza a fronteira. Ficam impedidos de passar quem estiver com o passaporte danificado ou com páginas faltando; quem tiver documento com validade inferior a seis meses no momento da travessia e quem ainda não tiver atualizado impressões digitais e escaneamento de íris junto à Secretaria de Relações Exteriores.
Companhias aéreas também recebem orientação para barrar o embarque de passageiros que não atendam a esses critérios, medida pensada para evitar que as próprias empresas sejam penalizadas por órgãos internacionais de segurança.
O México já trata o passaporte eletrônico como padrão oficial do país, o que torna insuficiente apenas conferir a data de validade do documento antigo antes de viajar.
Alerta se repete há meses, sem indicação de mudança pontual recente
Entretano, o alerta trata-se de uma exigência já em vigor, que as autoridades mexicanas seguem reforçando periodicamente junto à população, e não de uma medida nova anunciada nesta semana.
Ainda assim, a recomendação prática permanece válida e deve se manter na lista de prioridades antes de uma viagem.
Verificar o estado físico e legal do documento com ao menos três meses de antecedência a qualquer viagem, internacional ou até mesmo nacional, sobretudo se o passaporte foi emitido há vários anos e não conta com o chip eletrônico visível na capa.
O processo de renovação exige a validação do CURP certificado e o pagamento das taxas correspondentes, que variam de acordo com a validade solicitada (3, 6 ou 10 anos).





