Enquanto 67% dos brasileiros dizem refletir sobre a própria finitude, apenas 12% contrataram seguro de vida.
A maioria pensa na morte em algum momento, mas raramente inclui esse cenário no orçamento mensal.
Menos pessoas ainda planejaram as despesas imediatas que surgem quando alguém da família falece.
Funeral, documentos e outras despesas podem pesar no bolso após uma morte na família
Além da herança destinada aos herdeiros, a família enlutada precisa lidar com gastos urgentes, como urna, documentação, traslado e cemitério.
Sem preparo prévio, essas decisões precisam ser tomadas sob pressão emocional, quando as famílias têm menos clareza para comparar preços e evitar gastos desnecessários.
Um funeral custa, em média, cerca de R$ 5 mil, sem considerar despesas com jazigo ou cremação.
Urna funerária, preparação do corpo, traslado, taxas, documentação, ornamentação e coroas de flores formam uma conta que cresce conforme as escolhas da família.
Serviços adicionais podem empurrar o total bem para cima.
Jazigo particular e ornamentações elaboradas estão entre os serviços extras que elevam o custo do funeral.
Por isso, conhecer as opções antes da perda ajuda a família a decidir sob menos pressão.
Planejar evita decisões precipitadas
Planejar a despedida vai além de contratar antecipadamente um serviço funerário ou adquirir um jazigo.
Registrar essas orientações evita que a família precise descobrir às pressas, em meio à tristeza da despedida, o que fazer e como resolver cada detalhe.
Planejar esses custos junto com a aposentadoria e os seguros reduz o peso financeiro sobre quem já enfrenta a perda.





