A farinha de trigo é um dos ingredientes mais usados na cozinha e está presente em receitas de pão, bolo, pizza e diversos outros pratos. Como qualquer alimento, porém, ela tem prazo de validade e pode estragar se não for armazenada corretamente.
Identificar quando a farinha já não está própria para o consumo é essencial para evitar problemas na cozinha.
A durabilidade da farinha varia conforme o tipo: a farinha branca pode durar de oito meses a um ano quando guardada em local seco. Longe do calor e da umidade e em embalagem bem fechada. A integral, por conter partes ricas em gordura, estraga mais rapidamente e dura entre três e quatro meses.
Observe o cheiro da farinha
O odor é um dos principais indicadores de que a farinha passou do ponto. Se, ao cheirar a farinha, você perceber um aroma oleoso ou levemente rançoso. Isso indica que ela ultrapassou a validade, foi armazenada de forma inadequada ou ficou esquecida na prateleira por muito tempo.
Esse cheiro desagradável acontece porque a gordura do grão começa a se oxidar quando a farinha envelhece.
Verifique a textura e a cor
Outro sinal importante é a textura do produto. Se a farinha estiver formando grumos ou o toque estiver diferente do habitual — mais úmido ou compactado —, ela provavelmente está vencida e deve ser descartada.
A cor também pode mudar: uma tonalidade mais escura que o normal pode indicar umidade excessiva ou decomposição do produto.
Além desses sinais práticos, a forma mais segura de saber se a farinha está própria para uso é verificar a data de validade no rótulo da embalagem. A Agência de Vigilância Sanitária estabelece esses prazos para garantir que o consumidor tenha acesso a produtos seguros.





