Tiaras de acetato, piranhas de flor e bandanas estampadas dividem espaço nas vitrines e nos feeds de moda neste fim de 2026. Peças que ajudavam a prender o cabelo no fim dos anos 90 agora aparecem em produções de quem busca um visual vintage.
A moda repete ciclos, e isso explica parte do fenômeno: o que foi essencial para uma geração costuma ressurgir décadas depois, reinterpretado com outros materiais e cores. No caso dos acessórios de cabelo, a função prática de prender os fios e liberar o rosto segue intacta, mesmo com o visual remodelado.
Zigue-zague e piranhas ganham nova força, enquanto presilhas e bandanas seguem versáteis
A tiara de formato zigue-zague aparece com frequência e prende mechas soltas sem esconder o rosto. A praticidade explica boa parte do interesse recente, já que o desenho dispensa ajustes constantes e se adapta a cabelos de diferentes texturas.
Pequenas e fáceis de guardar na bolsa, as piranhas de cabelo também voltaram ao circuito das tendências, com destaque para as versões em formato de flor, associadas a um visual de praia. Elas prendem o cabelo em segundos, sem exigir espelho ou tempo de produção.
As presilhas conquistaram espaço entre quem prefere um acabamento rápido: servem para prender a franja ou finalizar um rabo de cavalo simples. Entre os formatos, o de estrela se consolidou como favorito nas redes e nas ruas.
Já as bandanas têm apelo de longa data, reforçado por artistas que as usavam como marca pessoal há três décadas. A variedade de estampas permite amarrações diferentes, e o acessório funciona até como solução de emergência em dias de cabelo difícil.
Tiara de acetato volta com tudo, e faixas de cabelo saem da academia
A tiara de acetato está entre os itens cuja popularidade mais cresceu, impulsionada por uma série sobre a história de Carolyn Bessette-Kennedy com John F. Kennedy Jr. A série trouxe de volta o interesse pelo acessório, que marcou presença em muitas produções da época.

No mercado atual, convivem modelos discretos em preto e marrom com versões de estampa tartaruga, consideradas clássicas desde aquele período. O material leve facilita o uso no dia a dia e garante firmeza sem pesar no cabelo.
A faixa de cabelo, popular na virada dos anos 90 para os 2000, deixou de ser vista apenas como item esportivo. Hoje ela aparece como complemento de produções urbanas, geralmente em tons neutros como preto e marrom, que facilitam a combinação com roupas variadas.
A simplicidade das cores favorece o uso cotidiano do acessório: ele pode ser usado tanto em um treino quanto em um compromisso informal, sem exigir a troca de peça. A nostalgia dos anos 90 segue também nos acessórios de cabelo. Cada um desses itens carrega um pedaço daquela estética.





