A fila no calçadão de Ponta Negra, em Natal, Rio Grande do Norte, é um verdadeiro ponto turístico. Diariamente, turistas e moradores locais aguardam para experimentar um sorvete artesanal servido dentro de um coco. Essa ideia, desenvolvida por Leo Fernandes, transformou seu carrinho de praia em um negócio lucrativo, com faturamento médio de R$ 60 mil por mês.
Leo, inspirado por sobremesas tailandesas, iniciou o negócio com um investimento de R$ 10 mil. Usando a polpa do coco, ele criou sabores exclusivos que atraíram rapidamente a atenção do público local. Esse modelo não apenas destacou o negócio, mas também o consolidou como uma atração em Natal.
Operação familiar
O sucesso do empreendimento se apoia na operação familiar. As irmãs de Leo auxiliam na produção e no atendimento, garantindo um serviço eficiente.
Os cocos frescos, entregues diariamente, garantem um produto sempre fresco. A água do coco é oferecida gratuitamente, um detalhe que agrada os clientes.
Outro pilar do crescimento foi a divulgação pela internet. Vídeos simples, gravados com o celular e promovidos por influenciadores, ampliaram o alcance do negócio. Essa estratégia de marketing orgânico foi crucial para conquistar clientes e destacar a marca entre as sorveterias artesanais.
Planos de expansão
Diante do sucesso em Natal, Leo Fernandes pode expandir o negócio. Com um ticket médio de R$ 20, o sorvete atrai uma clientela variada, contribuindo para o crescimento contínuo.
O mercado de sorvetes artesanais no Brasil é promissor. A combinação de tradição e criatividade de Leo serve de exemplo para o setor. O foco na qualidade e na experiência do cliente é fundamental para a prosperidade do negócio.





