Aos poucos, o Grêmio vai desenhando o que pretende ser nas próximas temporadas. E esse desenho, para alguns atletas, tem significado a saída. É o caso de João Pedro, lateral-direito que recebeu do técnico Luís Castro a notícia de que não será mais aproveitado. A comunicação foi direta: o jogador está liberado para encontrar outro destino no futebol.
Em campo, o último compromisso do defensor foi no fim de maio, justamente contra o Corinthians, quando participou dos minutos finais da derrota por 3 a 1. Desde então, não foi mais acionado.

Ao todo neste ano, esteve à disposição em 12 oportunidades, nove delas com minutos jogados. Seu vínculo com o clube se estende até 2027, e as conversas sobre rescisão ou empréstimo ainda não saíram do papel, embora a tendência seja de que avancem.
Afastamento progressivo
O afastamento progressivo, porém, não aconteceu por acaso. Tudo começou com uma lesão muscular em fevereiro. Na sua ausência, o técnico encontrou em Pavon uma solução improvisada que funcionou bem demais para ser desfeita.
O argentino agarrou a vaga e não a soltou mais. Para completar o cenário, a chegada de Diego Caito, contratado do Goiás em julho, teria enterrado de vez as possibilidades de João Pedro.
A trajetória do atleta no Grêmio teve altos e baixos. Chegou em 2023, vindo do Corinthians, e entregou boas atuações nas duas primeiras temporadas. Mas 2025 foi um ano de mudanças. Uma fratura no tornozelo em maio e, logo depois, uma trombose na região do ombro direito o mantiveram longe dos gramados por meses.





