Embora as atenções da torcida estejam voltadas principalmente para as seleções que disputam a Copa do Mundo, um árbitro brasileiro que ganhou fama de vilão, sobretudo após sua atuação mais recente, acabou roubando parte do protagonismo da atual edição do torneio.
Isso porque o paulista Raphael Claus, que integra o quadro da FIFA desde 2015, adotou um rigor extremo no duelo entre Estados Unidos e Bósnia e Herzegovina, realizado nesta quarta-feira (1º), que resultou em uma chuva de cartões que atingiu até mesmo membros de comissões técnicas.
E vale destacar que essa postura do árbitro não só é bem conhecida como ainda costuma dividir opiniões, com torcedores e analistas ponderando se a sua firmeza ajuda a controlar o jogo ou se apenas amarra a partida.
Todavia, mesmo sob críticas, Claus ainda assim construiu uma trajetória sólida, consolidando-se como um dos árbitros mais premiados do país. Desde 2011, ele acumula troféus de destaque no Campeonato Paulista e no Brasileirão.
Além disso, ele também marcou presença em diversos eventos esportivos de ampla relevância, incluindo finais de Paulistão, Copa Sul-Americana e até mesmo outras edições de Copa do Mundo, como a realizada no Catar em 2022.
A absolvição de Raphael Claus: comissão da FIFA inocenta árbitro
Conforme mencionado anteriormente, a atuação de Claus na partida que garantiu à seleção dos Estados Unidos uma vaga nas oitavas de final contribuiu para a construção de uma imagem vilanesca, principalmente para os torcedores.
Em contrapartida, para a comissão de arbitragem da FIFA, o árbitro brasileiro agiu corretamente, inclusive após expulsar o atacante norte-americano Folarin Balogun aos 18 minutos do segundo tempo.
De acordo com informações divulgadas pelo portal ge, o departamento entendeu que avaliou que o jogador utilizou força excessiva em um lance que resultou em lesão no tornozelo de um atleta bósnio e, por isso, mereceu o cartão vermelho.





