Quinze anos depois de participar da operação que matou Osama Bin Laden, o grupo de elite “Night Stalkers” voltou a chamar atenção. Helicópteros do esquadrão foram vistos recentemente sobrevoando o mar do Caribe, em uma área próxima à Venezuela — movimentação que reacendeu rumores sobre uma possível operação militar dos Estados Unidos na região.
Conhecidos oficialmente como 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais (SOAR), os “Night Stalkers” — ou “Caçadores da Noite” — são especialistas em missões secretas e de alta complexidade. Criada nos anos 1980, a unidade ganhou fama mundial em 2011, ao fornecer apoio aéreo à operação que resultou na morte de Bin Laden no Paquistão.
“Night Stalkers”, grupo de elite do Exército americano pode estar envolvido em nova missão secreta
Desde então, o grupo atua em diversas frentes da chamada “Guerra ao Terror” e hoje está ligado ao Comando Sul das Forças Armadas americanas, responsável por missões na América Latina e no Caribe.
De acordo com o Washington Post, as aeronaves foram flagradas em exercícios a menos de 150 km da costa venezuelana, perto de plataformas de petróleo. Imagens de satélite também mostraram o navio MV Ocean Trader, usado pelo esquadrão como base móvel, na mesma área.
A presença do grupo ocorre em um contexto de tensão entre os EUA e o governo de Nicolás Maduro, classificado por Washington como “narcoterrorista”. Fontes da inteligência americana afirmam que a Casa Branca avalia ações mais agressivas contra o regime venezuelano, com o apoio da CIA.
Embora autoridades neguem planos de invasão, analistas acreditam que os “Night Stalkers” podem estar preparando o terreno para uma nova operação secreta — desta vez envolvendo um país vizinho ao Brasil.





