O ano de 2026 já começou pesando no bolso para os moradores da Região Metropolitana de São Paulo. Levantamento aponta que 12 das 39 cidades da Grande São Paulo reajustaram as tarifas de ônibus municipais logo nos primeiros dias de janeiro, com aumentos que chegam a 21% em alguns municípios.
Na capital paulista, o novo valor entra em vigor nesta terça-feira (6). A passagem sobe de R$ 5,00 para R$ 5,30, um reajuste de 6%. Em outras cidades, porém, o impacto é ainda mais significativo e começou já no dia 1º de janeiro, sem trégua para quem depende diariamente do transporte público.
Grande São Paulo tem as tarifas mais caras do país
Guarulhos, Itaquaquecetuba e Ribeirão Pires agora lideram o ranking das passagens mais caras da região, com tarifas que chegam a R$ 6,40. Em Guarulhos, por exemplo, o valor saltou de R$ 5,30 para R$ 6,20, enquanto em Ribeirão Pires o preço no dinheiro alcançou R$ 6,40 após o reajuste desta semana.
Outros municípios como Barueri, Osasco, Carapicuíba, Jandira e Itapevi também elevaram a tarifa para R$ 6,10. Já Mauá manteve uma diferenciação entre cartão e dinheiro, com valores que passaram para R$ 4,90 e R$ 5,90, respectivamente.
Enquanto parte das cidades apertou o orçamento do passageiro, outras optaram por manter os valores atuais. É o caso de Santo André, São Bernardo do Campo, Suzano e Caieiras. Há ainda municípios que seguem analisando possíveis reajustes ao longo do ano, como Diadema, Cotia e Mogi das Cruzes.
Em contraste com os aumentos, nove cidades da região adotam tarifa zero ou sequer possuem transporte municipal. Por isso, os moradores agora devem ajustar os custos com transporte durante o ano.





