TNH1
  • TNH1
  • Variedades
  • Tudo Pop
  • Contato
    • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • TNH1
  • Variedades
  • Tudo Pop
  • Contato
    • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos os resultados
TNH1
Sem resultados
Ver todos os resultados

Fenômeno solar que surgiu há 67 anos pode destruir TVs, rádios e sistemas de GPS, alerta a NASA

Por Clyverton da Silva
10/10/2025
Novo planeta é apresentado pela NASA em registros inéditos

Imagem de lace0182 por Pixabay

A NASA emitiu um alerta sobre o crescimento da Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS), destacando a preocupação com seus efeitos em satélites e dispositivos eletrônicos. Esta região, onde o campo magnético terrestre está enfraquecido, afeta principalmente o Brasil e outras áreas da América do Sul.

O monitoramento intensivo deste fenômeno se deve ao rápido avanço de sua extensão e intensidade.

O que é a Anomalia Magnética do Atlântico Sul?

A AMAS é uma área onde o campo magnético da Terra é mais fraco. Neste local, partículas carregadas de radiação solar, que normalmente seriam desviadas, podem se aproximar mais da superfície terrestre.

O resultado dessa fraqueza no escudo magnético é que satélites que passam pela região enfrentam riscos de falhas em sistemas de navegação e perda de dados devido à interferência da radiação. Além disso, a infraestrutura terrestre pode ser afetada por correntes induzidas geomagneticamente.

Riscos potenciais

Embora a AMAS não represente perigos diretos à saúde humana, ela coloca a tecnologia em risco. Satélites são especialmente vulneráveis, sujeitando-se a bugs e falhas oscilantes.

Na Terra, redes elétricas enfrentam riscos de sobrecargas que podem resultar em apagões. As agências internacionais acompanham de perto a expansão da anomalia por seu impacto potencial na infraestrutura tecnológica global.

A NASA e a Agência Espacial Europeia empregam esforços constantes no monitoramento da AMAS. No Brasil, dados são coletados em unidades de medição estrategicamente posicionadas. Com essas informações, os cientistas desenvolvem métodos para mitigar riscos, como colocar satélites em modo de espera ao atravessar áreas críticas, evitando a exposição a altos níveis de radiação.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Clyverton da Silva

Clyverton da Silva

Jornalista e editor do TNH1 Variedades.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Sem resultados
Ver todos os resultados

Veja mais

Governo aprova nova lei e muda regras para idosos que usam ônibus em todo o Brasil

Governo aprova nova lei e muda regras para idosos que usam ônibus em todo o Brasil

15/06/2026
Copa do Mundo 2026

Homenagem emocionante na Copa do Mundo está marcada para acontecer na quarta-feira 17/06

15/06/2026
Hábito comum no estacionamento do shopping pode te fazer perder o carro e tomar multa de 7 pontos na CNH

Não é da BYD: carro líder de vendas da China já chegou ao Brasil

15/06/2026
Descobriram um lugar onde as pessoas vivem mais de 100 anos: o que comem e como se cuidam

Chegou aos 60? Veja as 5 isenções que podem aliviar o bolso de idosos em 2026

15/06/2026
Mensageiro

WhatsApp Web passará por mudança radical e usuários são comunicados

15/06/2026
  • Contato
  • Política de Privacidade

TNH1

Bem-vindo de volta!

Faça login abaixo

Esqueceu a senha?

Recupere sua senha

Insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Log In

Adicionar nova Playlist

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • TNH1
  • Variedades
  • Tudo Pop
  • Contato
    • Política de Privacidade

TNH1