Cinco turistas internacionais faleceram após serem pegos por uma severa tempestade no Parque Nacional Torres del Paine, na Patagônia chilena. O evento, ocorrido em 18 de novembro, foi causado por um ciclone extratropical que trouxe neve intensa, ventos de até 190 km/h e baixa visibilidade, e prosseguiu afetando outros países do Cone Sul.
Entre as vítimas, estavam dois alemães, um casal do México e uma britânica, todos desenvolvendo o Circuito O, uma desafiante trilha com 100 quilômetros. A remoção dos corpos está em andamento, a depender das condições climáticas, com auxílio da Força Aérea Chilena.
Além do Chile, o ciclone gerou efeitos significativos na Argentina e no Uruguai. Em Buenos Aires, a suspensão de poeira deixou o céu opaco, enquanto Montevidéu enfrentou condições semelhantes. A meteorologia alertou para a visibilidade reduzida em várias regiões.
O ciclone extratropical que provocou a morte dos turistas no Chile também gerou uma nuvem de poeira que se espalhou até o Brasil, impactando vários países.
Resgate
O resgate no Parque Nacional Torres del Paine mobilizou 24 profissionais, incluindo equipes de alta montanha, cães farejadores e drones. O local do acidente, o acampamento Los Perros, requer acesso por longa caminhada.
O presidente do Chile expressou condolências e apoio às operações de resgate. Os preparativos para repatriação dos corpos continuam, com a expectativa de melhorias climáticas para facilitar os esforços.
As operações de busca persistem, mesmo diante das adversas condições meteorológicas. As autoridades chilenas estão coordenando a repatriação dos corpos das vítimas.





