A partir do dia 18 de março, milhões de brasileiros poderão movimentar um valor mínimo de R$ 600 por meio do principal programa de transferência de renda do país. A liberação segue o calendário oficial do Bolsa Família, com pagamentos organizados conforme o final do Número de Identificação Social (NIS).
O repasse é feito pela Caixa Econômica Federal e ocorre de forma escalonada nos últimos dez dias úteis do mês. Quem tem NIS final 1 é o primeiro a receber, no dia 18. Na sequência, os depósitos seguem até o dia 31 de março, quando recebem os beneficiários com NIS final 0. Em dezembro, há antecipação do cronograma.
Quem pode solicitar o auxílio de R$ 600 e como funciona o pagamento
Apesar da chamada chamar atenção, o benefício não é automático para qualquer cidadão. O valor mínimo de R$ 600 é garantido a famílias que se enquadram nos critérios de renda definidos pelo governo federal. A principal regra é ter renda mensal de até R$ 218 por pessoa da família.
Para verificar o direito, soma-se toda a renda familiar e divide-se pelo número de moradores do domicílio. Se o valor ficar dentro do limite, a família pode ser incluída no programa, desde que esteja inscrita no Cadastro Único (CadÚnico). O cadastro é obrigatório, mas não garante entrada imediata: os dados passam por análise.
Além do valor base, o programa prevê adicionais que podem aumentar o pagamento mensal. São R$ 150 por criança de até seis anos, R$ 50 para gestantes e jovens de 7 a 17 anos e R$ 50 para bebês de até seis meses.
O dinheiro pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem, sem necessidade de ir a uma agência. Também é possível sacar em caixas eletrônicos, lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além de usar o cartão do programa na função débito.





