O estádio do Palmeiras passará por uma mudança histórica a partir de 2026. Após mais de uma década sendo chamado de Allianz Parque, a arena deve ganhar um novo nome com a chegada de um novo patrocinador. A alteração marca o fim de um ciclo iniciado em 2014 e reforça uma tendência cada vez mais comum no futebol: a venda dos chamados naming rights.
Apesar de muitos torcedores conhecerem o local apenas como Allianz Parque, esse nunca foi o “nome original” do estádio. O espaço foi construído no lugar do antigo Palestra Itália e, desde sua inauguração moderna, já nasceu com o nome vinculado a uma marca.
O que são naming rights
Os naming rights são um tipo de acordo comercial em que empresas pagam para associar suas marcas a estádios, arenas ou eventos. Na prática, é como “alugar” o nome do local por um período determinado.
No caso do estádio do Palmeiras, a seguradora Allianz decidiu encerrar o contrato antes do prazo previsto, após 12 anos de parceria. Com isso, abriu-se espaço para um novo acordo — e o Nubank aparece como principal interessado.
A expectativa é de que o novo contrato tenha valores mais altos do que o anterior, podendo ultrapassar R$ 50 milhões por ano. Além disso, o banco digital pretende envolver os torcedores na escolha do novo nome, com opções que ainda serão definidas por votação.
Impacto para o clube e para os torcedores
Embora o Palmeiras não participe diretamente das negociações, o clube recebe uma porcentagem dos valores arrecadados com os naming rights, o que pode aumentar sua receita nos próximos anos.
Para os torcedores, a mudança representa mais do que um novo nome: é uma transformação na identidade de um dos principais palcos do futebol brasileiro. Ainda assim, o costume de chamar o estádio de Allianz pode não passar tão cedo.





