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Adeus, seringas de insulina: China desenvolve tratamento e consegue curar a diabetes pela primeira vez na história

Por Julia da Silva
25/02/2026
Adeus, seringas de insulina: China desenvolve tratamento e consegue curar a diabetes pela primeira vez na história

Créditos: Freepik

Médicos de Xangai anunciaram um feito que pode marcar uma virada histórica no tratamento da diabetes. Um homem de 59 anos, que convivia com a doença há 25 anos, conseguiu suspender completamente o uso de insulina após passar por um tratamento experimental com transplante de células pancreáticas. O caso foi divulgado pela Comissão de Ciência e Tecnologia de Xangai e acompanhado pelo Hospital Shanghai Changzheng.

O paciente apresentava um quadro grave de diabetes tipo 2, com falência quase total das ilhotas pancreáticas — células responsáveis pela produção de insulina. Após o procedimento, permaneceu 33 meses sem precisar de injeções, algo inédito até então. O avanço foi publicado em um artigo publicado na revista científica Cell Discovery, resultado de mais de uma década de pesquisa.

Um avanço promissor, mas ainda cercado de cautela

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A notícia rapidamente viralizou como uma “cura definitiva” para a diabetes. Especialistas, no entanto, pedem prudência. Para a endocrinologista Maria Elizabeth Rossi, chefe de laboratório da Universidade de São Paulo, o resultado é animador, mas ainda preliminar. Segundo ela, o tempo de acompanhamento é curto para afirmar cura, sendo mais correto falar em controle prolongado da glicemia.

A médica explica que a diabetes tipo 1 e a tipo 2 têm origens diferentes e exigem abordagens específicas. No caso de Xangai, o paciente com diabetes tipo 2 havia evoluído para um estágio que exigia insulina constante, aproximando-se de um quadro semelhante ao tipo 1. Isso justificou a adoção de uma terapia mais invasiva.

Apesar do potencial, o tratamento ainda enfrenta barreiras importantes: alto custo, necessidade de equipes altamente especializadas e riscos como rejeição celular, infecções e até formação de tumores. Não se trata de uma solução acessível à população em geral — ao menos por enquanto.

O caminho é promissor, mas a ciência ainda precisa de tempo para transformar esse avanço em uma alternativa segura, eficaz e amplamente disponível.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Julia da Silva

Julia da Silva

Jornalista com experiência em textos jornalísticos e de redação criativa, interessada pelo mundo e por boas histórias.

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