Os relógios foram adiantados em uma hora em grande parte dos Estados Unidos no último domingo, marcando o início oficial do horário de verão no país. A mudança ocorre sempre durante a madrugada, quando a população passa a ter mais luz natural no fim do dia, o que altera a rotina de trabalho, lazer e serviços.
Conhecido como Daylight Saving Time, o sistema é adotado por diversos países do hemisfério norte para aproveitar melhor a luminosidade durante a primavera e o verão. Com isso, o pôr do sol acontece mais tarde, prolongando as tardes e impactando desde atividades ao ar livre até o funcionamento de empresas e mercados financeiros.
Mudança altera fuso horário em relação ao Brasil
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos, a diferença de horário entre o país e o Brasil também muda. Em cidades como Nova York e Miami, por exemplo, o horário passa a ficar apenas uma hora atrás de Brasília, o que costuma facilitar a comunicação com familiares, empresas e serviços brasileiros.
Já em outras regiões norte-americanas a diferença é maior. Cidades da zona central, como Chicago, ficam duas horas atrás do horário de Brasília. Na região das montanhas, onde está Denver, a diferença chega a três horas. Na costa do Pacífico, que inclui Los Angeles e Seattle, os relógios ficam quatro horas atrás da capital brasileira.
A mudança também impacta mercados financeiros e bolsas internacionais. A partir do novo horário, a Bolsa de Nova York passa a operar das 10h30 às 17h (horário de Brasília).
Para brasileiros que vivem ou trabalham nos Estados Unidos, a adaptação exige atenção redobrada nos primeiros dias. Como o Brasil não adota mais o horário de verão, compromissos, reuniões online e voos internacionais podem sofrer pequenas mudanças de horário.





