O aumento de golpes bancários no Brasil levou o Banco Central a reforçar alertas de segurança direcionados a clientes de grandes instituições financeiras.
Entre elas, a Caixa Econômica Federal passou a ser usada com frequência por criminosos que se aproveitam da confiança do público para aplicar fraudes cada vez mais sofisticadas. O aviso é claro: contas correntes e poupanças estão na mira.
Banco Central reforça cuidados contra golpes envolvendo a Caixa
Segundo orientações do Banco Central, golpistas vêm se passando por funcionários da Caixa por meio de ligações telefônicas, mensagens de SMS e aplicativos de mensagens. O objetivo é induzir o cliente a fornecer dados pessoais, senhas ou códigos de segurança, além de convencer a vítima a clicar em links ou baixar aplicativos falsos. A Caixa reforça que nunca realiza esse tipo de contato.
Um dos golpes mais comuns envolve falsas centrais telefônicas, que simulam atendimentos urgentes para “bloqueio de conta” ou “atualização cadastral”. Também são frequentes mensagens sobre supostos valores a receber. O Banco Central lembra que a única plataforma oficial para esse tipo de consulta é o site valoresareceber.bcb.gov.br, sem envio de links ou mensagens diretas.
Em caso de contato suspeito, a orientação é não responder, não clicar em links e bloquear o número. A confirmação deve ser feita exclusivamente por canais oficiais, como o telefone 0800 726 0101, o aplicativo da Caixa ou uma agência física. O cliente também pode recorrer ao serviço BC Protege+, disponível no portal Meu BC, para impedir a abertura de contas em seu nome usando o CPF.
O Banco Central destaca ainda que nenhum funcionário está autorizado a solicitar senhas, tokens ou códigos, nem presencialmente nem por telefone. Para reforçar a prevenção, normas recentes ampliaram o compartilhamento de informações sobre fraudes entre instituições e endureceram regras de segurança no Pix.





