A situação de Neymar na Seleção Brasileira entrou em um ponto crítico a pouco tempo da Copa do Mundo de 2026. Entre lesões, ausências e desgaste nos bastidores, o atacante vê crescer o risco de ficar fora do principal torneio do futebol mundial.
O episódio que marcou a virada nesse cenário aconteceu no início de março. O camisa 10 não entrou em campo em uma partida do Santos que estava sendo observada de perto por Carlo Ancelotti. A decisão de preservá-lo foi tomada por questões físicas, mas não caiu bem entre dirigentes e membros da comissão técnica.
Bastidores pesam e colocam presença na Copa em risco
Desde então, a sequência de ausências — incluindo jogos importantes e a não convocação para amistosos recentes — aumentou a desconfiança sobre a real condição do jogador. Oficialmente, Ancelotti tem mantido o discurso de cautela, afirmando que Neymar só será considerado se estiver em plenas condições físicas.
Nos bastidores, porém, o clima é mais tenso. Segundo o jornalista João Vitor Xavier, da CNN Brasil, há uma percepção interna de que o atleta dificilmente conseguirá atingir o nível necessário a tempo. A avaliação é de que a situação é “complicadíssima”, tanto pelo histórico recente de lesões quanto pelo desgaste com a cúpula da CBF.
Outro ponto que agravou o cenário foi a ausência do jogador até mesmo no estádio em um dos jogos acompanhados pela comissão técnica. Internamente, a atitude foi interpretada como falta de comprometimento em um momento decisivo.
Apesar de ainda não haver um corte oficial, o cenário atual indica que Neymar precisará de uma recuperação rápida e consistente para reverter a situação. Caso contrário, a tendência é que o Brasil dispute a próxima Copa sem seu principal nome dos últimos anos.





