Fatores como o aumento nas taxas de imunização e a diminuição no número de mortes ligadas à doença serviram para comprovar que a Covid-19 já não é mais considerada uma calamidade pública.
Apesar disso, ela ainda é uma preocupação persistente, uma vez que o vírus não só continua em circulação como ainda pode passar por mutações, resultando em novas variantes. Por conta disso, as vacinas também precisam ser atualizadas.
E por conta de uma nova deliberação aprovada pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na última terça-feira (24), os imunizantes deverão passar por uma nova reformulação para lidar com a cepa do patógeno em maior circulação no momento.
De acordo com o órgão, a atual variante integra a linhagem LP.8.1 do Sars-CoV-2, sendo ela uma descendente da Ômicron, que desde 2021 se tornou a principal versão do patógeno circulando no mundo.
Embora a orientação já tenha sido publicada no Diário Oficial da União, a Anvisa permitirá que o Ministério da Saúde continue usando as doses atuais, que têm como alvo a linhagem JN.1, por mais 9 meses. Dessa forma, não haverá risco de um problema se sobrepor a outro.
Público-alvo da nova vacina contra a Covid-19
Mesmo que a vacinação contra Covid-19 tenha sido recomendada para todos os cidadãos, principalmente para reforçar a proteção contra formas graves da doença de forma contínua, o foco das campanhas continua sendo os grupos de maior risco, como:
- Pessoas com 60 anos ou mais;
- Pessoas com sistema imunológico enfraquecido;
- Gestantes e puérperas (mulheres que deram à luz recentemente);
- Profissionais da saúde;
- Crianças e adolescentes.
Já os nrasileiros que não integram as opções destacadas devem procurar postos de vacinação para verificar a disponibilidade de doses e a necessidade de imunização, uma vez que não há mais urgência para indivíduos de baixo risco.





