O salário mínimo nacional foi reajustado para R$ 1.518,00, após anúncio no orçamento sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em abril, mas com aplicação retroativa desde 1º de janeiro.
Desta forma, os trabalhadores passaram a receber o novo valor a partir de fevereiro. O aumento de R$ 106 se dá por conta de um reajuste 7,5% em relação ao ano passado, em acordo com o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) e o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), que, juntos, representam o ganho de 2,5%.
De acordo com o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), a projeção para 2026 é um novo aumento, desta vez de 7,37%, chegando a R$ 1.630,00. Para os próximos anos, o PLDO prevê aumentos anuais em 5,7%.
Desta forma, trabalhadores que recebem o salário mínimo aplicam 7,5% do valor no INSS, garantindo um rendimento líquido aproximado de R$ 1.404,15.
Importante lembrar que o piso nacional não está restrito aos trabalhadores formais. Ele é colocado como uma base para benefícios como aposentadorias, pensões do INSS, seguro-desemprego e programas sociais, como o Bolsa Família.
Previsão para os próximos anos
- 2026: estimativa de R$ 1.630,00 (aumento de 7,4%)
- 2027: previsão de R$ 1.724,00 (alta de 5,8%)
- 2028: estimado em R$ 1.823,00 (crescimento de 5,7%)
- 2029: deve chegar a R$ 1.925,00 (elevação de 5,6%)





