A pandemia de Covid-19 foi “profetizada”? Séculos atrás, Mitar Tarabich, um camponês sérvio do século XIX, teria previsto uma doença global difícil de conter. Ao reler suas previsões, muitos atribuem essa profecia à pandemia de 2020. Segundo registros, o vidente teria antecipado também guerras e crises que de fato aconteceram em seu tempo.
Sem formação acadêmica, Tarabich viveu entre 1829 e 1899 e teve suas supostas visões anotadas por seu padrinho, o padre ortodoxo Zaharije Zaharich. Os relatos atravessaram gerações e ganharam notoriedade por coincidirem com eventos históricos importantes, como conflitos na Europa e transformações tecnológicas.
Mitar Tarabich previu doença global e “armas de sono eterno”
Apesar de ser considerada surreal em sua época, Mitar Tarabich previu também que as futuras guerras teriam armas que não matariam, mas que lançariam um “feitiço de sono”. Hoje especialistas apontam que a descrição pode ser interpretada à luz de tecnologias já existentes ou em estudo.
Substâncias químicas incapacitantes, por exemplo, são capazes de neutralizar indivíduos sem causar morte imediata, afetando o sistema nervoso central.
Além disso, há pesquisas sobre armas não letais que visam controlar multidões ou desorientar adversários, reduzindo danos diretos. Em cenários extremos, alguns analistas também relacionam a previsão a agentes biológicos ou até formas de radiação que poderiam provocar perda de consciência.
Embora não exista qualquer confirmação de que Tarabich tenha previsto tecnologias específicas, o paralelo chama atenção por antecipar um tipo de guerra menos focado na destruição física e mais no controle do corpo e da mente. Isso levaria para a doença global prevista?
Ainda que envoltas em mistério, as chamadas “armas do sono” levantam uma questão inquietante: o futuro dos conflitos pode não estar apenas em armas mais potentes, mas em formas cada vez mais sofisticadas de neutralizar — silenciosamente — quem está do outro lado.





