Segundo informações do UOL, a relação entre o São Paulo e o zagueiro Robert Arboleda chegou ao limite e deve terminar em rescisão contratual. Após dias sem comparecer aos treinos e sem dar explicações, o defensor retomou contato com a diretoria, mas a permanência no clube tornou-se praticamente inviável.
O episódio que desencadeou a crise ocorreu no último fim de semana, quando Arboleda deixou de se apresentar no centro de treinamento e também não compareceu às atividades seguintes. O jogador sequer respondeu às tentativas de contato feitas pela diretoria e até por integrantes de seu próprio estafe.
De acordo com o portal, a ausência gerou forte irritação interna, sendo classificada como desrespeitosa por membros do clube. Diante da situação, o São Paulo chegou a notificar formalmente o atleta, estabelecendo prazo para uma justificativa sob risco de rescisão unilateral.

Retorno ao contato e decisão encaminhada
Após cerca de três dias de silêncio, Arboleda respondeu ao clube e informou que retornará ao Brasil para resolver sua situação contratual. A tendência é que haja uma reunião presencial entre as partes para definir os termos da saída.
Internamente, o clima é considerado insustentável. Mesmo com histórico de conquistas e importância técnica ao longo de quase uma década, a diretoria entende que o comportamento recente ultrapassou os limites aceitáveis.
Saída pode ter sido provocada pelo próprio jogador
Nos bastidores, há quem diga que o “sumiço” pode ter sido uma estratégia para forçar uma transferência. O zagueiro vinha demonstrando insatisfação com a perda de espaço na equipe.
Com contrato válido até 2027, a tendência agora é de uma rescisão amigável, possivelmente acompanhada de multa ou acordo financeiro. Clubes brasileiros já monitoram a situação e podem formalizar propostas após a oficialização da saída. Vale destacar que no ano passado, segundo o jornalista Jorge Nicola, o jogador chegou a ser procurado pelo Grêmio, que tinha interesse em sua contratação.





