A partir das novas regras do INSS, a biometria passou a ser uma etapa essencial para quem recebe aposentadoria, pensão ou pretende solicitar um benefício.
A mudança gera dúvidas especialmente entre idosos, já que, até 2028, apenas a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) será aceita como documento biométrico. Para evitar problemas, bloqueios ou atrasos no pagamento, é importante entender como funcionará a transição e quando cada atualização será exigida.
Entenda as novas regras de biometria do INSS e veja como atualizar seus documentos sem complicação
Desde novembro de 2024, quem faz novos pedidos já precisa ter uma biometria registrada. Hoje, o INSS aceita a biometria da CIN, CNH ou Título de Eleitor. Porém, isso vai mudar:
- A partir de 1º de maio de 2026, quem não tiver biometria em nenhum desses documentos será obrigado a emitir a nova CIN.
- Em 1º de janeiro de 2028, somente a CIN será aceita para qualquer solicitação ou manutenção de benefício.
O objetivo é aumentar a segurança, reduzir fraudes e facilitar o atendimento. Mas atenção: benefícios já ativos não serão bloqueados de imediato. Caso seja necessário atualizar algo, o INSS vai avisar com antecedência.
Alguns grupos estão dispensados da biometria: pessoas com mais de 80 anos, moradores de regiões de difícil acesso, indivíduos com limitações de locomoção (com laudo), migrantes, refugiados, apátridas e brasileiros no exterior.
Além disso, até abril de 2026, benefícios como salário-maternidade, incapacidade temporária e pensão por morte ainda não exigem biometria.
Emitir a nova identidade é simples e gratuito. Basta agendar pelo site do órgão de identificação do seu estado (como Detran), levar documentos básicos — CPF e certidão — e realizar a coleta de digitais, foto e assinatura. Depois, o documento pode ser acompanhado pela internet e também ficará disponível na versão digital, no Gov.br.
Atualizar sua biometria com antecedência garante tranquilidade e evita qualquer risco futuro para o seu benefício.





