Em 2022, o Governo Federal começou a emitir a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), que substitui o RG e unifica o número de identificação com o CPF. Apesar de a emissão do documento ainda não ser obrigatória, é importante realizar a atualização, já que, em breve, o registro antigo perderá a validade. Isso porque alguns serviços já estão exigindo a nova identidade, embora o modelo atual siga válido para uma boa parcela da população até 2032.
A proposta da CIN é reduzir fraudes e unificar dados, eliminando a possibilidade de uma mesma pessoa possuir diferentes registros em estados distintos.
Novo modelo traz padronização nacional
O Governo Federal do Brasil iniciou a emissão do novo documento com um formato padronizado, válido em todo o território nacional. Além da versão física, o RG também passa a contar com formato digital, acessível por aplicativo.
Outro ponto relevante é a inclusão de um QR Code, que permite a verificação de autenticidade e dificulta falsificações — uma das principais fragilidades do modelo antigo.
Quem precisa fazer a atualização
A troca não é obrigatória de forma imediata para toda a população, mas será necessária gradualmente. O novo modelo já está sendo emitido e tende a substituir completamente o RG atual ao longo dos próximos anos. A orientação é que a atualização seja feita principalmente por quem precisa emitir segunda via, possui documento antigo em más condições ou deseja se adequar ao novo padrão.
Outro detalhe importante é que quem não possui biometria cadastrada pode precisar emitir o documento antes do prazo final.
Um exemplo disso são os beneficiários de programas sociais que não possuem cadastro biométrico. Eles devem emitir a CIN até janeiro de 2027. Já aqueles que têm biometria cadastrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou no passaporte têm até janeiro de 2028 para realizar a emissão.
Como solicitar o novo RG
O processo de emissão exige agendamento prévio em órgãos responsáveis pela identificação civil. Entre os documentos que devem ser apresentados no atendimento presencial estão a certidão de nascimento ou casamento, o CPF regularizado e um comprovante de residência.
Após a solicitação, o cidadão pode optar pela versão física e também pela digital, que passa a ter a mesma validade jurídica. Vale destacar que a emissão da primeira via do documento é gratuita para todos os brasileiros.





