As mudanças climáticas estão desequilibrando a saúde global, ameaçando milhões de vidas em todos os continentes. Em 2024, verificou-se um aumento médio de 16 dias de calor extremo, impactando grupos vulneráveis, como idosos e crianças. Esse fenômeno intensifica a disseminação de doenças tropicais, como a dengue e a chikungunya.
Pesquisas revelam que o aquecimento global facilitou a presença de mosquitos em regiões antes seguras, como a Islândia, elevando o risco de infecções. Este aquecimento global contínuo aumenta a presença de vetores de doenças, pressionando sistemas de saúde globais em regiões como Europa e América do Norte.
Doenças, consequências econômicas e sociais
Os efeitos das mudanças climáticas não se limitam à saúde. No Brasil, essas alterações climáticas resultaram na perda de horas de trabalho, especialmente nos setores de agricultura e construção civil.
Isso compromete de forma substancial o desenvolvimento econômico e social do país, criando um ciclo de impacto negativo nas comunidades afetadas.
Saúde mental sob pressão
Além dos problemas físicos, eventos climáticos extremos têm ligação com o aumento de distúrbios de saúde mental, como ansiedade e depressão.
Desastres naturais, como incêndios florestais e inundações, afetam psicologicamente as comunidades. Especialistas indicam que intervenções psicossociais são fundamentais para lidar com esses desafios, promovendo resiliência emocional e oferecendo suporte mental adequado às populações afetadas por desastres climáticos.





