O governo federal inicia o calendário de pagamentos de 2026 com um valor médio que chama atenção: R$ 697 por família.
O montante resulta da soma do benefício básico do Bolsa Família, fixado em R$ 600, com os adicionais voltados para públicos específicos, como crianças pequenas, gestantes e adolescentes.
Ao todo, 18,77 milhões de famílias estão contempladas neste mês, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, com investimento de R$ 13,1 bilhões.
Entenda como receber R$ 697 no Bolsa Família
O número coloca o programa entre os mais robustos da sua história recente, refletindo mudanças adotadas nos últimos anos para ampliar o alcance social.
O valor médio de R$ 600 é garantido a todos os beneficiários a partir deste mês, mas há complementos que elevam o total recebido. O principal deles é o Benefício Primeira Infância, que paga R$ 150 por criança de até seis anos. Em janeiro, esse adicional alcança 8,4 milhões de crianças, com repasse de R$ 1,22 bilhão.
Também existem parcelas extras de R$ 50 para gestantes, nutrizes e para crianças e adolescentes de 7 a 18 anos. No caso das mães de bebês de até seis meses, o programa prevê seis pagamentos mensais para ajudar na alimentação dos recém-nascidos. Esses bônus atendem mais de 13,7 milhões de jovens, além de 625 mil gestantes e 375 mil nutrizes.
Nos últimos anos, o valor médio do benefício cresceu. Em 2018, era de R$ 186,78. Hoje, se aproxima dos R$ 700. Ao mesmo tempo, o número de beneficiários caiu após um pente-fino nos cadastros. O governo diz que a redução ocorre pela exclusão de famílias fora das regras.
O Cadastro Único passou por atualização, com cruzamento automático de dados de renda. A promessa é tornar o sistema mais preciso, mantendo o auxílio direcionado a quem precisa.





