Ao longo de quase quatro décadas de carreira, Brad Pitt acumulou sucessos que marcaram gerações. De thrillers cultuados à franquias de ação como “Onze Homens e um Segredo” e dramas impactantes como “Bastardos Inglórios”, o ator se tornou um dos nomes mais consistentes de Hollywood.
No entanto, foi somente em 2025 que Pitt viveu um de seus projetos mais ambiciosos — e emocionantes: “F1: O Filme”, produção que ultrapassou US$ 629 milhões em bilheteria e exigiu que o astro assumisse a persona de Sonny Hayes, um piloto experiente e incompreendido em busca de redenção no automobilismo.
Com orçamento estimado em até US$ 300 milhões, o longa levou Pitt para dentro de pistas reais da Fórmula 1. Ele pilotou carros de corrida adaptados especialmente para o filme, experiência que, segundo o próprio ator, se tornou transformadora — e muito difícil de abandonar.
O dia que Brad Pitt não queria que chegasse
Quem revelou o momento mais marcante (e triste) foi Jerry Bruckheimer, produtor do longa. Em entrevista à People, ele contou que, enquanto celebrava o encerramento seguro das gravações — já que Pitt pilotou de verdade veículos semelhantes aos monopostos de F1 —, o ator vivia o oposto.
Ao entrar no carro para a última volta, Pitt percebeu que aquele seria o adeus às pistas. “Ele disse que foi o dia em que esteve mais infeliz, porque queria dirigir um pouco mais”, relembrou Bruckheimer.
O diretor Joseph Kosinski também confirmou a emoção do ator. Para ele, Pitt demonstrou domínio absoluto do carro e nunca passou a sensação de risco. O que dominou o set, no último dia, não foi medo — mas tristeza por encerrar uma experiência única.
Além de Pitt, o elenco também contou com Damson Idris, que interpretou o jovem piloto Joshua Pearce, formando com o protagonista a dupla central da fictícia equipe APX GP.





