O El Niño pode retornar em 2026, aumentando o risco de extremos climáticos globalmente. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) alertou para uma probabilidade de 40% de o fenômeno natural ocorrer entre maio e julho de 2026. Este possível retorno preocupa devido aos impactos climáticos esperados.
A OMM informou que o aquecimento anômalo das águas no Oceano Pacífico pode alterar padrões climáticos, causando secas ou chuvas intensas. No Brasil, esse fenômeno tende a aumentar as chuvas no Sul, enquanto o Norte e o Nordeste podem sofrer secas severas.
Também há risco de ondas de calor nas áreas centrais, ameaçando a produção de energia hidrelétrica e a agricultura.
Aumento das previsões
Em janeiro de 2026, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) previu uma chance de 50% a 60% de El Niño ocorrer até setembro.
Tais previsões são essenciais para setores como agricultura e gestão de recursos hídricos, minimizando perdas econômicas e sociais.
Eventos anteriores
Eventos climáticos passados, como o El Niño de 2015-2016, oferecem importantes lições sobre mitigação de impactos. Estratégias como previsões sazonais e operações humanitárias melhoradas são cruciais.
Os países podem aplicar essas lições para desenvolver respostas robustas e coordenadas.
Ao longo de 2026, a comunidade internacional monitora atentamente as atualizações climáticas. Com o uso da ciência meteorológica avançada e estratégias de planejamento adequadas, espera-se manejar efetivamente os efeitos adversos do El Niño, reduzindo os impactos nas economias e comunidades globais.





