Um nome conhecido do automobilismo brasileiro voltou aos noticiários internacionais nesta semana, não por resultados nas pistas, mas por um episódio policial ocorrido nos Estados Unidos. O caso envolve um ex-piloto da Fórmula 1 que marcou uma geração e hoje acompanha a carreira do filho nas categorias de base.
Detido no Texas após uma confusão durante um evento esportivo, ele foi fichado pelas autoridades e liberado horas depois. As circunstâncias ainda estão sendo apuradas, e imagens do momento circulam nas redes sociais, levantando questionamentos sobre o que realmente aconteceu. A história rapidamente se espalhou entre fãs e equipes.
Prisão no Texas e versão apresentada pelo ex-piloto
O ex-piloto de Fórmula 1 Antonio Pizzonia, de 45 anos, foi o ex-piloto detido no último sábado no Texas, segundo registros do Montgomery County Police Reporter.
A ocorrência aponta acusação de lesão corporal, sem divulgação oficial de detalhes sobre a outra pessoa envolvida. Uma foto feita após a detenção circulou em sites locais, e o brasileiro foi liberado ainda no mesmo dia, de acordo com publicações nas redes sociais.
Pizzonia acompanhava uma etapa da Superkarts USA Winter Series, no Speedsportz Racing Park, onde seu filho, de 12 anos, participava da competição.
Em pronunciamento, ele afirmou que agiu para proteger a criança. “Entendi naquele momento que meu filho estava sendo coagido por outro adulto e instintivamente o defendi”, escreveu. Vídeos mostram discussão, seguida de agressões, e serão analisados pelas autoridades.
Natural de Manaus, Pizzonia estreou na Fórmula 1 em 2003 pela Jaguar e passou pela Williams no ano seguinte, permanecendo até 2005, já como piloto de testes.
Ao todo, disputou 20 Grandes Prêmios e construiu uma carreira marcada pela versatilidade e pela atuação em categorias internacionais. O UOL procurou o ex-piloto para comentar o caso, e o texto será atualizado caso haja manifestação oficial posteriormente confirmada.




