O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o rendimento médio das famílias brasileiras atingiu R$ 2.264 por pessoa em 2025. Este recorde representa um crescimento real de 6,9% em comparação a 2024, conforme informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
O aumento reflete a recuperação econômica do país, superando os níveis pré-pandemia registrados em 2019, quando o rendimento médio era de R$ 1.904 por pessoa.
Ao longo dos últimos anos, o Brasil experimentou uma sequência positiva no crescimento do rendimento médio. Após a queda em 2020, os valores retomaram a trajetória ascendente em 2021, prosseguindo até 2025.
Em anos sucessivos, os rendimentos foram: R$ 1.692 em 2020, R$ 1.809 em 2021, R$ 2.018 em 2022 e R$ 2.118 em 2023. Esse progresso culminou no recorde atual, demonstrando avanços significativos na economia.
Disparidades regionais ainda prevalecem
Apesar dos ganhos gerais, a desigualdade na distribuição de renda entre as regiões brasileiras permanece acentuada. O Distrito Federal é destaque nacional, com um rendimento per capita de R$ 4.401.
Estados como São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina seguem logo atrás. Por outro lado, as regiões Norte e Nordeste continuam apresentando os menores rendimentos do país. O Maranhão apresentou um rendimento médio de apenas R$ 1.231 por pessoa.
Fontes diversificadas de renda das famílias
O rendimento familiar no Brasil não se baseia apenas em salários. Aposentadorias, pensões e programas sociais também representam importantes fontes de sustento. No Nordeste, os programas sociais formam uma parcela significativa do rendimento familiar.
Em 2026, o foco está em monitorar as mudanças no rendimento médio das famílias brasileiras. O intuito é avaliar o impacto de políticas públicas e do mercado de trabalho sobre a distribuição de renda.





