O conclave papal realizado em maio de 2025, na Capela Sistina, viu-se envolto em um grave incidente de segurança. Durante o evento, destinado à escolha do novo Papa, um cardeal foi flagrado utilizando um celular, em violação direta aos estritos protocolos de confidencialidade.
O conclave resultou na eleição de Robert Prevost como Papa Leão XIV. A presença inesperada do aparelho eletrônico dentro de um dos eventos mais sigilosos do Vaticano levantou sérias questões sobre a segurança do conclave.
As consequências do escândalo foram abrangentes. A interceptação de sinais de celular durante o conclave levou a uma investigação que, afinal, identificou o cardeal em posse do aparelho.
Isso obrigou os responsáveis a revisitar os procedimentos de segurança, ressaltando a necessidade de adequação tecnológica diante de tais fraquezas.
Segurança
Os sistemas de segurança previamente estabelecidos no Vaticano, que visavam impedir a invasão tecnológica, mostraram-se insuficientes. Mesmo tendo redes móveis desativadas e celulares retidos antes do início do conclave, a presença de um celular ativo foi registrada.
Apesar do incidente, o conclave procedeu em sua atividade principal. Com a imposição de medidas para restabelecer a ordem, foi escolhida uma figura de consenso, o cardeal americano Robert Prevost, que assumiu o título de Papa Leão XIV. A eleição surpreendeu parte do clero, que aguardava a escolha de um candidato mais conservador.
A transição de poder reafirmou as complexidades políticas no seio do Vaticano, enquanto o incidente do celular adicionou uma camada de discussão sobre o papel da tecnologia na era contemporânea.




