Um surto de hantavírus a bordo do cruzeiro MV Hondius, que viajava de Ushuaia, Argentina, para Cabo Verde, resultou em três mortes confirmadas e levantou preocupações globais. A Organização Mundial da Saúde (OMS) começou uma investigação após o surgimento de casos suspeitos.
Foram reportados cinco casos suspeitos de infecção, sendo um paciente hospitalizado na África do Sul.
A OMS está coordenando esforços para conter a disseminação do vírus, que é transmitido por roedores. O cruzeiro permanece sob vigilância próximo a Cabo Verde, e medidas urgentes estão sendo tomadas para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes. A situação demanda urgência devido à dificuldade de controlar o vírus em espaços fechados.
Investigação em curso
A OMS, junto com autoridades de saúde internacionais, está rastreando a origem do surto e implementando protocolos de segurança. O hantavírus é conhecido por ser raro, mas pode provocar síndrome respiratória aguda grave.
Para prevenir mais infecções, a colaboração com autoridades locais e plataformas marinhas é essencial.
Transmissão do hantavírus
O contágio geralmente ocorre pelo contato com fezes, urina ou saliva de roedores infectados. A origem exata do surto no cruzeiro ainda está sob investigação.
A OMS busca determinar se o contágio pode ter ligação com alguma região específica visitada durante o trajeto.
Medidas de contenção
Para conter o surto, foram instaurados rigorosos protocolos de quarentena e desinfecção da embarcação. Além disso, esforços são feitos para rastrear passageiros que desembarcaram em escalas anteriores, a fim de minimizar riscos de contágio.
A vigilância nos portos é crucial para prevenir novas infecções.
Neste momento, maio de 2026, as investigações prosseguem em Cabo Verde. A OMS continua liderando esforços globais para resolver a crise e evitar a expansão do surto.





