Em 2026, a corrida espacial ganha novos capítulos e promete entrar para a história. Depois de mais de meio século sem missões tripuladas ao redor da Lua, agências espaciais retomam planos ambiciosos, enquanto telescópios de última geração e sondas interplanetárias ampliam o olhar humano sobre o universo.
De voos com astronautas a missões robóticas e foguetes voltados para Marte, o próximo ano será marcado por avanços que misturam ciência, tecnologia e cooperação internacional.
As viagens que devem marcar o ano no espaço
O maior destaque é a missão Artemis II, da NASA, que levará quatro astronautas para um sobrevoo ao redor da Lua, algo que não acontece desde 1972. A tripulação, formada por três americanos e um canadense, testará os principais sistemas da cápsula Orion e do foguete SLS. A missão, prevista para durar cerca de dez dias, é considerada um passo decisivo para o retorno humano à superfície lunar nos próximos anos.
Além disso, 2026 terá uma série de missões robóticas voltadas à Lua. A China pretende lançar a Chang’e 7, com foco no polo sul lunar e na busca por gelo de água, essencial para futuras bases. Já os Estados Unidos apostam em parcerias com empresas privadas para enviar módulos de pouso e experimentos científicos à superfície.
Marte também estará no centro das atenções. A agência japonesa JAXA lançará a missão MMX, que vai estudar as luas Fobos e Deimos, com o objetivo de coletar amostras e trazê-las à Terra na próxima década.
Enquanto isso, novos telescópios espaciais, como o Nancy Grace Roman e o PLATO, prometem descobrir planetas semelhantes à Terra e investigar os mistérios do cosmos.
Juntas, essas missões mostram que 2026 não será apenas um ano de lançamentos, mas de decisões que podem redefinir o futuro da exploração espacial.





